Quatro eclipses e um Sol ainda irrequieto marcam o céu de 2026

Em 2026 teremos quatro eclipses, Superluas, chuvas de meteoros e chance de auroras devido ao Sol ativo. Saiba o que esperar do céu.

Quatro eclipses e um Sol ainda irrequieto marcam o céu de 2026

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Quatro eclipses e um Sol ainda irrequieto marcam o céu de 2026

Depois de dois anos sem grandes eventos do gênero, o céu de 2026 volta a trazer **eclipses** e promete um calendário astronômico intenso: o **Sol** continua irrequieto e pode proporcionar auroras espetaculares ou até tempestades geomagnéticas; os planetas gigantes do Sistema Solar estarão em ótimas condições de observação; e 13 luas cheias farão sua revezamento ao longo do ano.

O ano começa já com destaque lunar: no dia 3 de janeiro teremos a primeira de três **Superluas** previstas para 2026. Nessa fase, a Lua estará no ponto mais próximo de sua órbita em relação à Terra e parecerá mais brilhante e um pouco maior, roubando a cena das primeiras chuvas de meteoros do ano, as **Quadrantídeas**, conhecidas por produzir dezenas de meteoros por hora em boas condições de observação.

Ao longo do ano, haverá oportunidades melhores para observar outros **rmeios de meteoros**. As **Líridas**, por exemplo, deverão riscar o céu entre os dias 22 e 23 de abril. "Visíveis mesmo com a presença de uma Lua crescente, que deverá se pôr logo no início da noite, deixando o céu limpo para a observação", explica o astrofísico Gianluca Masi, diretor científico do Virtual Telescope.

Um dos pontos altos da temporada será o pico das **Perseidas**, previsto para 12 de agosto: "Será uma **época excepcional** porque a máxima coincidira com a **Lua nova**, o que significa céu escuro e condições ideais para ver um grande número de meteoros", acrescenta Masi.

Além das chuvas de meteoros e das fases lunares, 2026 reserva quatro **eclipses** — uma marca significativa após a pausa dos últimos dois anos. A presença de um Sol ainda agitado indica maior probabilidade de episódios de atividade solar que, dependendo da intensidade, podem gerar bonitas **auroras polares** em latitudes mais baixas e perturbações no campo magnético do planeta, com possíveis impactos em comunicações e redes elétricas.

Os observadores também poderão desfrutar da excelente visibilidade dos planetas gigantes: Júpiter, Saturno e outros terão posições favoráveis em vários períodos do ano, oferecendo boas oportunidades tanto para telescópios amadores quanto para observação a olho nu.

Em resumo, 2026 apresenta um calendário astronômico variado e atraente: **eclipses**, luas cheias e superluas, chuvas de meteoros em momentos favoráveis, planetas em destaque e a possibilidade de espetáculos de auroras, caso a atividade solar se mantenha elevada. Para os entusiastas e profissionais, será um ano que vale a pena acompanhar com atenção e equipamento adequado.