Milano Cortina: Programa dos Azzurri – horários e atletas
Horários e atletas dos Azzurri em Milano Cortina (18/02): slalom, team sprint, curling, biathlon e short track. Acompanhe a programação completa.
RESUMO ✦
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Milano Cortina: Programa dos Azzurri – horários e atletas
Por Otávio Marchesini, Espresso Italia
Em uma jornada que combina tradição e pressão competitiva, os Azzurri entram em ação em várias frentes durante a quarta-feira, 18 de fevereiro, em Milano Cortina. A programação traz provas que representam diferentes tradições esportivas do país — do esqui de fundo ao short track — e que, juntas, desenham parte do mapa simbólico e técnico dos Jogos.

A manhã se abre no Tesero Cross-Country Skiing Stadium com as qualificações do Team Sprint. As séries femininas (D) colocam em pista Iris De Martin Pinter e Caterina Ganz entre 09:45 e 10:15. Na sequência, as qualificações masculinas (U) têm presença de Elia Barp e Federico Pellegrino das 10:15 às 10:45. Paralelamente, no Tofane Alpine Skiing Centre, ocorre a 1ª manga do slalom feminino (10:00 - 12:30), com as italianas Lara Della Mea, Martina Peterlin e Anna Trocker buscando passagem para a decisão.
As finais do Team Sprint (D e U) estão previstas entre 11:45 e 12:35, um trecho do dia em que endurance, técnica e tática coletiva se confrontam — nas pistas, como na história esportiva italiana, performances individuais se convertem em afirmação regional e nacional.
O período vespertino começa com a 2ª manga do slalom feminino (13:30 - 15:10) no Tofane. À tarde, o foco se desloca para o curling no Cortina Curling Olympic Stadium: pela fase de grupos masculina (U), o duelo Itália–Canadá ocorre das 14:05 às 17:05. A seleção italiana masculina entra com Sebastiano Arman, Mattia Giovanella, Amos Mosaner, Alberto Pimpini e Joel Thierry Retornaz.
Também na tarde, a Staffetta feminina de biathlon (14:45 - 16:15), na Anterselva Biathlon Arena, reúne a equipe formada por Hannah Auchentaller, Michela Carrara, Lisa Vittozzi e a veterana Dorothea Wierer. A prova condensa variáveis físicas e mentais: precisão no tiro e resistência na neve que podem reordenar expectativas sobre classificação e medalhas.
Ao cair da tarde, a atenção retorna ao curling com a fase de grupos feminina (D), novamente Itália–Canadá, entre 19:05 e 22:05 em Cortina. A seleção feminina escalada inclui Stefania Constantini, Marta Lo Deserto, Rebecca Mariani, Elena Antonia Mathis e Giulia Zardini Lacedelli. Jogos como esse têm peso simbólico: confrontos contra potências como o Canadá testam estruturas de formação e a capacidade italiana de gerir grandes eventos.
Noite em Milano Ice Skating Arena para o short track: quartas de final (20:15), semifinais (20:44) e finais (21:27 - 21:35) dos 500 m masculinos apresentam Thomas Nadalini, Lorenzo Previtali e Pietro Sighel. Antes, a Staffetta feminina de short track tem sua Final A entre 21:00 e 21:10, com Chiara Betti, Elisa Confortola, Arianna Fontana, Gloria Ioriatti e Arianna Sighel chamadas a traduzir técnica e coesão em resultado.
Esta sequência de provas ilustra mais que um calendário: revela as prioridades e a geografia esportiva italiana dentro de um grande evento. Em cada pista e arena, os atletas carregam repertórios técnicos e histórias individuais que, coletivamente, projetam a imagem do esporte italiano em um grande palco europeu.
Segue abaixo o resumo horário e local das competições citadas, para consulta rápida:
- 09:45–10:15: Team Sprint qualificações (D) — Tesero
- 10:00–12:30: Slalom 1ª manga (D) — Tofane
- 10:15–10:45: Team Sprint qualificações (U) — Tesero
- 11:45–12:35: Finais Team Sprint (D e U) — Tesero
- 13:30–15:10: Slalom 2ª manga (D) — Tofane
- 14:05–17:05: Curling fase de grupos (U) Itália–Canadá — Cortina
- 14:45–16:15: Staffetta feminina Biathlon — Anterselva
- 19:05–22:05: Curling fase de grupos (D) Itália–Canadá — Cortina
- 20:15, 20:44, 21:27–21:35: 500 m short track (quartos, semis, finais) — Milano
- 21:00–21:10: Final A Staffetta feminina short track — Milano
Para leitores interessados em contexto: acompanharei o desenrolar das provas com foco nas implicações estratégicas para o calendário italiano — formação de atletas, escolhas técnicas e repercussões locais — e trarei análises posteriores sobre desempenho e significado.